A partir desse post, sempre que eu puder ou me lembrar, petendo escrever aqui alguns dos sonhos que tenho. Eu vou chama-los de CENA. Tenho certeza de que alguns sonhos dariam um bom curta metragem.
Escreve-los aqui terá também a função de decifrá-los mais tarde. Então, vamos lá!
CENA 1
Duas garotas andam por uma rua movimentada. Com supermercados, hortifrutes, barracas na calçada e uma praça que se vê logo a frente. Fulana e Beltrana.
elas conversam descontraidas:
- Não aguento mais estudar naquela faculdade. To de saco cheio. Não vejo a hora de acabar.
-É verdade, mas fique tranquila que daqui a pouco você acaba e tudo fica melhor.
Em seguida, passam dois caras em uma moto. Depois mais dois em outra.
Elas se entre olham desconfiadas de que algo não esta certo.
Fade out
Fim da cena 1
***
CENA 2
Fulana e Beltrana moram em uma rua de ladeira longa. Uma rua de grande subida. Conhecida e de grande movimento.
Elas pegam o mototaxi para subir a rua.
Elas haviam comprado algumas coisas e estavam com sacolas nas mãos.
De repente, elas são surpreendidas pelos tais sujeitos das motos que haviam visto a minutos a trás. Eles fazem parar os dois mototaxi. Um dos sujeitos com seu colega, pára a moto atrás de um dos mototaxi com a fulana.
Ele desce da moto, vai para trás da fulana que ainda está na moto, olhando pra tás e querendo entender o que está acontecendo. Quando esse sejeito encosta na fulana, puxa uma pistola prata, coloca os punhos sobre a sua cabeça, mira e atira no mototaxista.
Agora era vez de seu amigo, ou...o outro sujeito. Ele faz o mesmo mvimento. Coloca os punhos sobre a cabeça da beltrana, numa especie de brincadeira de mira, puxa uma pistola preta e atira no outro mototaxista.
Apavoradas, Fulana e Beltrana gritam e choram. Estão desesperadas mas sabem que estão cercadas. Não podem sair. Novamente, o primeiro sujeito atirador, colocas os punhos sobre a cabeça de Fulana, que se desespera ao ver que é a vez de sua colega Beltrana morrer. AS gargalhadas, este sujeito puxa a prateada e atira em Beltrana, que cai sem vida, junto com a moto, de qualquer jeito.
O outro sujeito aponta a arma para Fulana que aos prantos, sente e chora muito pela fatalidade que lhes havia ocorrido. Chora de dor e pesar.
Ela fecha os olhos, quando o primeiro sujeito a puxa pelos cabelos e diz bem perto do seu ouvido: dessa vez você passa, e fulana cai de qualquer jeito, aos prantos, sem ninguém para a ajudar.
Fade out
Fim da cena 2
***
Tudo feito com certa lentidão, frieza e um sorriso sarcastico.
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
As virtudes e vantagens da musculação
Fala galera e ai tudo bem com vocês?
Espero que sim.
Hoje eu vou falar um pouco do amor que tenho ao meu esporte: a musculação.
Comecei a malhar relativamente tarde, quando tinha uns 20, 21 anos com o objetivo de fazer alguma atividade mesmo, já que onde eu moro, não tinha nem um clube por perto. Pelo menos eu achava isso. Malhei, fiquei grandona, pernão...beleza. Em 2008 / 2009, continuava com tudo isso, mas não esta satisfeita com meus resultados. Tanto físicos como pessoais. Nesse ano, resolvi levar a musculação a sério. Parar de brincar de malhar e treinar, para melhores resultados e desempenho como em qualquer outro esporte. Lembro bem de um dia que o professor da academia em que eu malhava, o Fausto, me passou pelo Orkut ou email, não me lembro mais, um vídeo da Larissa Reis. Pronto! Aquilo foi o suficiente para despertar a minha curiosidade pelo assunto e saber quantas meninas existiam assim, quem eram e tudo mais.
Comecei buscando pelas meninas no youtube. Então descobri Jamie Eason, Monica Brant, Krissy Chin, Sandra Caputo, entre outras. Daí, fiquei muito mais inpirada pra treinar, por que vi que podia ir além. Continuei buscando mais conhecimento no assunto, li livro de anatomia da musculação, vários sites sobre nutrição, musculação e tudo mais para tornar o meu treino ainda mais inteligente e efetivo. Posso dizer que ainda estou no meio do caminho. Mas o mais importante dessa busca toda, foi encontrar hoje uma pessoa diferente do que eu fui. Antes, eu achava que tudo era assim mesmo, era um pouco mais preguiçosa, e não tinha nenhuma disciplina. Foco então muito menos.
Com a musculação, aprendi todas essas qualidades essenciais para a vida.
Hoje tenho muita disciplina com alimentação e a maioria dos quesitos da vida. Tenho foco, determinação e garra pra conseguir as coisas que quero. E acho sinceramente, que todos deveriam ser assim, com todas essas qualidades.
Por ser um esporte “solitário”, todos os dias temos que entrar em guerra conosco.
Brigar para sustentar um peso e suas repetições, que se assemelham as situações difíceis da vida e o quanto podemos agüentar. E mais, torná-las a nosso favor. Saber à hora de aumentar ou diminuir o ritmo, sempre a fim de ter um bom resultado, como em qualquer situação da vida. Ver o que serve e o que não serve mais para nós, o que faze efeito e o que não faz mais efeito. Ser mais analítico, perspicaz e assertivo. Sim, pois isso economiza tempo. Usar a inteligência a nosso favor. Foi tudo isso que a musculação trouxe pra mim e não só um corpinho mais legal.
E ainda tem gente que fazem altas criticas sobre quem malha, dizendo que só tem músculo e não tem cérebro. Pra mim, quem não tem cérebro, é esse monte de pinguço, drogado, que alem de ter os neurônios todos destruídos, em geral são barrigudos e não agüentam nem meia hora F...!
Espero que sim.
Hoje eu vou falar um pouco do amor que tenho ao meu esporte: a musculação.
Comecei a malhar relativamente tarde, quando tinha uns 20, 21 anos com o objetivo de fazer alguma atividade mesmo, já que onde eu moro, não tinha nem um clube por perto. Pelo menos eu achava isso. Malhei, fiquei grandona, pernão...beleza. Em 2008 / 2009, continuava com tudo isso, mas não esta satisfeita com meus resultados. Tanto físicos como pessoais. Nesse ano, resolvi levar a musculação a sério. Parar de brincar de malhar e treinar, para melhores resultados e desempenho como em qualquer outro esporte. Lembro bem de um dia que o professor da academia em que eu malhava, o Fausto, me passou pelo Orkut ou email, não me lembro mais, um vídeo da Larissa Reis. Pronto! Aquilo foi o suficiente para despertar a minha curiosidade pelo assunto e saber quantas meninas existiam assim, quem eram e tudo mais.
Comecei buscando pelas meninas no youtube. Então descobri Jamie Eason, Monica Brant, Krissy Chin, Sandra Caputo, entre outras. Daí, fiquei muito mais inpirada pra treinar, por que vi que podia ir além. Continuei buscando mais conhecimento no assunto, li livro de anatomia da musculação, vários sites sobre nutrição, musculação e tudo mais para tornar o meu treino ainda mais inteligente e efetivo. Posso dizer que ainda estou no meio do caminho. Mas o mais importante dessa busca toda, foi encontrar hoje uma pessoa diferente do que eu fui. Antes, eu achava que tudo era assim mesmo, era um pouco mais preguiçosa, e não tinha nenhuma disciplina. Foco então muito menos.
Com a musculação, aprendi todas essas qualidades essenciais para a vida.
Hoje tenho muita disciplina com alimentação e a maioria dos quesitos da vida. Tenho foco, determinação e garra pra conseguir as coisas que quero. E acho sinceramente, que todos deveriam ser assim, com todas essas qualidades.
Por ser um esporte “solitário”, todos os dias temos que entrar em guerra conosco.
Brigar para sustentar um peso e suas repetições, que se assemelham as situações difíceis da vida e o quanto podemos agüentar. E mais, torná-las a nosso favor. Saber à hora de aumentar ou diminuir o ritmo, sempre a fim de ter um bom resultado, como em qualquer situação da vida. Ver o que serve e o que não serve mais para nós, o que faze efeito e o que não faz mais efeito. Ser mais analítico, perspicaz e assertivo. Sim, pois isso economiza tempo. Usar a inteligência a nosso favor. Foi tudo isso que a musculação trouxe pra mim e não só um corpinho mais legal.
E ainda tem gente que fazem altas criticas sobre quem malha, dizendo que só tem músculo e não tem cérebro. Pra mim, quem não tem cérebro, é esse monte de pinguço, drogado, que alem de ter os neurônios todos destruídos, em geral são barrigudos e não agüentam nem meia hora F...!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Chuva, Black e Soul
Ainda em clima de chuva queria aproveitar para dar algumas sugestões do que ouvir nesses dias.
Eu, nesses dias assim, gosto de ouvir umas musicas mais tranquilias. Aqui vai o meu "set sound":
1) Al B sure! - night and day
2) Giants Steps - Another lover
3) Michael Jackson - In the closet
4) Quincy Jones - Rock with you(Brandy no vocal)
5) Quincy Jonoes - Tomorrow
6) Quincy JOnes - Wee b. doin it
7) Ray guell - you took my heart
8) JJ Fad - Supersonic (Obs: agora sei de onde veio Fergalicious.
9) The Strokes - Reptilia
Espero que gostem e se tiverem sugestões...aqui estou.
bjossssss
Eu, nesses dias assim, gosto de ouvir umas musicas mais tranquilias. Aqui vai o meu "set sound":
1) Al B sure! - night and day
2) Giants Steps - Another lover
3) Michael Jackson - In the closet
4) Quincy Jones - Rock with you(Brandy no vocal)
5) Quincy Jonoes - Tomorrow
6) Quincy JOnes - Wee b. doin it
7) Ray guell - you took my heart
8) JJ Fad - Supersonic (Obs: agora sei de onde veio Fergalicious.
9) The Strokes - Reptilia
Espero que gostem e se tiverem sugestões...aqui estou.
bjossssss
Hoje, um tanto reflexiva. Melancolica, saudosista.
Lembrando um pouco do passado ouvindo Tomorrow do Quincy Jones.
Pensando um pouco no futuro, nas coisas que quero conseguir. Que preciso conseguir.
Nos passos que tenho que dar.
Pensando nas habilidades que tenho em conseguir certas coisas mundanas.
Mas sempre me equilibrando pra não despencar no abismo que fica logo ao lado.
Distinguindo o real imaterial do material irreal. Ficticio. Que aparece e desaparece como mágica. Os dias de chuva são assim...melancolicos pelo menos pra mim. Clima de mundo em suspensão, espectativa, teaser, até o sol aparecer.
Pensando no pote de ouro depois do arco-iris infernal do medo. Remando contra a maré da incerteza, dando a cara a tapa todo dia. Hoje erro tanto quanto acerto. O tempo traz um pouco de equilibrio pras coisas.
Ainda sim, sinto falta de momentos que não vivi, tudo bem fazer o que?
Ecrever?
hahaha, coisa engraçada...
Prefiro plantar.
Aprendi com Rainer Maria Rilke a não esperar por nada, o que vier é lucro.
Enquanto isso vou vivendo e aprendendo. Consumindo e dividindo. Esperando a chuva passar.
Lembrando um pouco do passado ouvindo Tomorrow do Quincy Jones.
Pensando um pouco no futuro, nas coisas que quero conseguir. Que preciso conseguir.
Nos passos que tenho que dar.
Pensando nas habilidades que tenho em conseguir certas coisas mundanas.
Mas sempre me equilibrando pra não despencar no abismo que fica logo ao lado.
Distinguindo o real imaterial do material irreal. Ficticio. Que aparece e desaparece como mágica. Os dias de chuva são assim...melancolicos pelo menos pra mim. Clima de mundo em suspensão, espectativa, teaser, até o sol aparecer.
Pensando no pote de ouro depois do arco-iris infernal do medo. Remando contra a maré da incerteza, dando a cara a tapa todo dia. Hoje erro tanto quanto acerto. O tempo traz um pouco de equilibrio pras coisas.
Ainda sim, sinto falta de momentos que não vivi, tudo bem fazer o que?
Ecrever?
hahaha, coisa engraçada...
Prefiro plantar.
Aprendi com Rainer Maria Rilke a não esperar por nada, o que vier é lucro.
Enquanto isso vou vivendo e aprendendo. Consumindo e dividindo. Esperando a chuva passar.
domingo, 4 de julho de 2010
DICA DE CULTURA


Então...
Na sexta feira foi o dia da inauguração da Exposição de uma grande amiga minha. Melhor amiga: Branca Victor.
Foi tudo lindo! Clima intimista, musica boa, Santa Teresa, amigos e familiares, arte, muita gente.. tudo que gosto. Bombou! Literalmente. Ai em cima, estão as fotos. Eu e a artista, e na outra a galera.
Pra quem estiver curioso pra conhecer pode conferir a exposição lá no Cine Santa (Largo dos Guimarães - Santa Teresa) ou no site da artista: http://www.brancavictor.com/
Com certeza vocês também vão adorar!
Bjossss
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
O DIA EM QUE EU QUIS QUE O DIA FOSSE NORMAL
O dia em que eu quis que o dia fosse normal estava chovendo pacas. O dilúvio acontecia no Rio de Janeiro. Pensei até em pegar carona na Arca de Noé, mas acho perdi o timing e ela passou. Então resolvi pegar o ônibus mesmo.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, meu trabalho tava um saco. Mais chato do que nunca. E pra variar me mudaram de mesa duas vezes.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, tava rolando a merda do protesto sobre os royalties do petróleo. Cheio de gente baderneira e sujeira mais do que o habitual na rua atrapalhando a gente de andar. Sem falar da chuva.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, peguei a merda do ônibus errado. Tinha que ir pra zona norte e peguei sentido zona sul. Era pra eu chegar as 19h na aula mas ...cheguei às 20:10h. Quase no final.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, com muita chuva ainda, fui pra casa tranqüila e calma. Nem sei como. Mas o pior ainda estava por vir. Afinal, o dia ainda não havia terminado, logo, hahaha, havia tempo para mais surpresas; e por que não?
Quando chego no portão de casa e ponho a mão na bolsa...cadê a chave? Procurei na bolsa inteira, na nécessaire e não encontrei. Pulei o portão e fui para os fundos da minha casa. Lá, abri a janela do meu quarto na esperança de ter deixado a chave na janela, mas não deixei.
Fui na casa do vizinho e perguntei se ele tinha alguma chave pra me emprestar pra eu tentar abrir a porta. Ele me emprestou um molho de chaves e nenhuma abriu. Voltei e disse que pra ele que não tinha conseguido. De repente ele olhou pra janela do quarto da minha mãe e disse: e aquela janela ta trancada? Meus olhos brilharam por que sabia que não estava. Abri a janela, tirei os sapatos e pulei na cama. Enfim, em casa. Dentro de casa. Fui procurar o raio da chave e vi que ela estava na porta dos fundos. Tinha esquecido mesmo e não tinha qualquer chance de pegar.
Agradeci meu vizinho por toda ajuda. Finalmente, podia sentar, comer, tomar banho e dormir. Normal, como todos os outros dias que eu desejei que não fosse.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, meu trabalho tava um saco. Mais chato do que nunca. E pra variar me mudaram de mesa duas vezes.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, tava rolando a merda do protesto sobre os royalties do petróleo. Cheio de gente baderneira e sujeira mais do que o habitual na rua atrapalhando a gente de andar. Sem falar da chuva.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, peguei a merda do ônibus errado. Tinha que ir pra zona norte e peguei sentido zona sul. Era pra eu chegar as 19h na aula mas ...cheguei às 20:10h. Quase no final.
O dia em que eu quis que o dia fosse normal, com muita chuva ainda, fui pra casa tranqüila e calma. Nem sei como. Mas o pior ainda estava por vir. Afinal, o dia ainda não havia terminado, logo, hahaha, havia tempo para mais surpresas; e por que não?
Quando chego no portão de casa e ponho a mão na bolsa...cadê a chave? Procurei na bolsa inteira, na nécessaire e não encontrei. Pulei o portão e fui para os fundos da minha casa. Lá, abri a janela do meu quarto na esperança de ter deixado a chave na janela, mas não deixei.
Fui na casa do vizinho e perguntei se ele tinha alguma chave pra me emprestar pra eu tentar abrir a porta. Ele me emprestou um molho de chaves e nenhuma abriu. Voltei e disse que pra ele que não tinha conseguido. De repente ele olhou pra janela do quarto da minha mãe e disse: e aquela janela ta trancada? Meus olhos brilharam por que sabia que não estava. Abri a janela, tirei os sapatos e pulei na cama. Enfim, em casa. Dentro de casa. Fui procurar o raio da chave e vi que ela estava na porta dos fundos. Tinha esquecido mesmo e não tinha qualquer chance de pegar.
Agradeci meu vizinho por toda ajuda. Finalmente, podia sentar, comer, tomar banho e dormir. Normal, como todos os outros dias que eu desejei que não fosse.
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